quarta-feira, 30 de maio de 2012

Alterações no cronograma de aulas do Curso Pedagogia da Terra


Olá colegas,
 tivemos algumas modificações no cronograma das disciplinas do Curso Pedagogia da Terra, em razão da disponibilidade dos horários dos professores. Segue abaixo o calendário com as alterações.

Abraços a todos(as).


1.   Junho, 11 a 15

Educação Infantil (24M1234), Profª Soraneide Soares.
Educação, Ética e pluralidade cultural (23456N1234) (6M1234), Profª Juliana Vilar de França Manguinho.
Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) (23456T1234), Profs. Heloisa Lima Perales e Pedro Luiz dos Santos Filho.

2.   Junho, 25 a 28

Educação Infantil (2345M1234), Profª Soraneide Soares.
Educação, Ética e pluralidade cultural (2345N1234), Profª Juliana Vilar de França Manguinho.
Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) (2345T1234), Profs. Heloisa Lima Perales e Pedro Luiz dos Santos Filho.

3.   Julho, 09 a 13

Educação Infantil (2346M1234), Profª Soraneide Soares.

Trabalho de Conclusão de Curso (prática) (345T123), Docentes/Orientadores e Discentes.
Trabalho de Conclusão de Curso  - Seminário TCC (35N123), Docentes/Orientadores e Discentes

4.   Agosto, 06 a 10

Congresso de Encerramento (23456MT1234)

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Despejo da Escola Familiar Agrícola de Itaobim-MG

Segue Nota de repúdio do João Batista Begnami – Assessor da UNEFAB (União Nacional das Escolas Famílias Agrícolas do Brasil.

Belo Horizonte, 23 de fevereiro de 2012.

Nota de repúdio contra Despejo da EFA Bontempo em Itaobim/MG.

Comunicamos à imprensa e à sociedade em geral que hoje, 23 de fevereiro de 2012, segundo o Diretor Ricardo Vital, um oficial de justiça apareceu na sede da Escola Família Agrícola Bontempo, situada em Itaobim, Vale do Jequitinhonha, Minas Gerais para comunicar o mandado de reintegração de posse dos prédios onde a referida EFA funciona a mais de 10 anos. Não bastasse os dados estarrecedores da situação da educação da juventude rural no Brasil que não vem ao caso comentar agora, é lamentável tal episódio. É sabido que a EFA Bontempo surge da necessidade dos trabalhadores resolverem o problema da educação de seus filhos com uma escola diferenciada, contextualizada em sua realidade. A EFA Bontempo foi construída pelos trabalhadores rurais num terreno doado em comodato por tempo indeterminado pela Fundação Brasileira de Desenvolvimento, cujo presidente é o padre católico, Sr Felici Bontempi. Ele e sua fundação reivindicam o terreno e os prédios construídos ali pela Associação gestora da EFA, AEFAMBAJE. São 200 jovens matriculados cursando 1º, 2º e 3º anos do Ensino Médio e Profissional Técnico em Agropecuária. A luta na justiça vem se protelando há mais de 5 anos. Em todo este tempo a EFA Bontempo buscou saídas através do diálogo apelando para as autoridades que ajudassem a encontrar alternativas para que seus alunos não sofressem prejuízos com o despejo: audiência pública na Assembléia Legislativa em 2010, tentativas de conciliação no STJ de Minas Gerais e no Fórum de Medina. Os trabalhadores responsáveis por este projeto já afirmaram que “dali não saem”. Esperamos que providências seja tomadas para evitar conflitos maiores. Não seria o momento de o Estado tomar uma atitude e desapropriar aquela área para fins sociais, uma vez que a Prefeitura local não atendeu a mais este apelo dos trabalhadores?

Abaixo assinado

João Batista Begnami – Assessor da UNEFAB

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

CHAMADA PÚBLICA PARA SELEÇÃO DE MONITORES - PEDAGOGIA DA TERRA/UFRN

Grupo de Pesquisa Dialogicidade, Educação de Jovens e Adultos e Práticas Culturais



1. Objetivos do Grupo
Realizar estudos sobre os sujeitos do campo e da reforma agrária no Rio Grande do Norte e no Brasil, suas relações com a educação, seus processos de organização política, social e de trabalho; e desenvolver projetos acadêmicos em articulação dialógica com esses sujeitos, na perspectiva da afirmação de direitos, ampliação de horizontes socioculturais e melhoria das condições de vida nas comunidades onde vivem.

2. Das vagas
Encontrase disponível 2 (duas) bolsas para estudantes de Pedagogia Licenciaturas das áreas de Humanas, para a participação em atividades de pesquisa e extensão nos temas de interesse acadêmico do Grupo.

3. Da inscrição
As inscrições devem ser feitas na Sala 26 do Centro de Educação do Campus Central da UFRN, até 16 de março de 2012.

1. Dos documentos exigidos
Os documentos necessários à inscrição são os seguintes:

• Histórico da graduação atualizado;
• Currículo vitae.


2. Condições de participação na Seleção

1. Estar inscrito no cadastro único de bolsistas da UFRN, conforme Resolução 169/2008 CONSEPE, de 2 de dezembro de 2008;
2. Estar cursando entre o 5º. e o 7º. Período;
3. Análise do Currículo Vitae;
4. Análise do Histórico Universitário;
5. Não ter vínculo empregatício;
6. Identificação e apropriação mínima da temática que é objeto das preocupações acadêmicas do Grupo;
7. Disponibilidade de viajar durante fins de semana a assentamentos rurais;
8. Disponibilidade de tempo (20h semanais) para estudos e planejamento de atividades durante a semana;
9. Não estar matriculado em outro curso em outra área ou outra instituição.

3. Do processo seletivo

PERÍODO/AÇÃO

Até 16 de março
- Recebimento das inscrições e de documentação pelos candidatos.

De 19 a 23 de março
- Análise da documentação dos candidatos.

26 de março
- Divulgação da lista de candidatos selecionados para entrevista

27 de março
- Entrevistas com candidatos

30 de março
- Divulgação do resultado das entrevistas com a publicação dos candidatos selecionados como bolsistas

4. Dos resultados

O resultado será divulgado pela Coordenação do Grupo TRAMSE através do seu blog (http://tramseufrn.blogspot.com) e estará à disposição dos interessados na sala 26 do Centro de Educação da UFRN.


Natal-RN, 28 de fevereiro de 2012.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Chamada pública para seleção de bolsitas

1.    Objetivos do Grupo

Realizar estudos sobre os sujeitos do campo e da Reforma Agrária no Rio Grande do Norte e no Brasil, suas relações com a educação, seus processos de organização política, social e de trabalho; e desenvolver projetos acadêmicos em articulação dialógica com esses sujeitos, na perspectiva da afirmação de direitos, ampliação de horizontes socioculturais e melhoria das condições de vida nas comunidades onde vivem.

2.    Das vagas

Encontra-se disponível 1 (uma) bolsa para estudantes de Pedagogia e/ou Licenciaturas das áreas de Humanas para a participação em atividades de pesquisa e extensão nos temas de interesse acadêmico do Grupo.

3.    Da inscrição

As inscrições devem ser feitas na sala 26 do Centro de Educação do Campus Central da UFRN, até 04 novembro de 2011.

1.    Dos documentos exigidos

Os documentos necessários à inscrição são os seguintes:

§   Histórico da graduação atualizado;
§   Currículo vitae.

2.    Condições de participação na Seleção

1.  Estar inscrito no cadastro único de bolsistas da UFRN, conforme Resolução 169/2008 – CONSEPE, de 2 de dezembro de 2008;
2.       Estar cursando entre o 5o. e o 7o. período
3.       Análise do Currículo Vitae;
4.       Análise do Histórico Universitário;
5.       Não ter vínculo empregatício;
6.       Identificação e apropriação mínima da temática que é objeto das preocupações acadêmicas do Grupo;
7.       Disponibilidade de viajar durante fins de semana a assentamentos rurais;
8.  Disponibilidade de tempo (20h semanais) para estudos e planejamento de atividades durante a semana;
9.       Não estar matriculado em outro curso em outra área ou outra instituição.

3.    Do processo seletivo

PERÍODO
AÇÃO
até 04 de novembro
Recebimento das inscrições e de documentação pelos candidatos.
de 07 a 14 de novembro
Análise da documentação dos candidatos.
16 de novembro
Divulgação da lista de candidatos selecionados para entrevista
17 a 18 de novembro
Entrevistas com candidatos.
22 de novembro
Divulgação do resultado das entrevistas com a publicação dos candidatos selecionados como bolsistas.

   4.    Dos resultado

O resultado será divulgado pela Coordenação do Grupo TRAMSE através do seu blog http://www.tramseufrn.blogspot.com e estará à disposição dos interessados na sala 26 do Centro de Educação da UFRN.

     5.    Maiores informações

Telefone: (84) 3342-2270  ramal: 255

sábado, 27 de agosto de 2011

A luta contra o fechamento de escolas do campo e o PNE

No início da tarde de quinta-feira (25/8), dezenas de ativistas e crianças acompanhadas por seus responsáveis se dirigiram ao Ministério da Educação (MEC) para exigir melhorias urgentes na educação do campo.

Representando o Acampamento Nacional da Via Campesina, a comitiva carregou cartazes que denunciavam o fechamento de escolas e os elevados índices de analfabetismo encontrados nas zonas rurais brasileiras. Animado por intervenções artísticas, o grupo ocupou a porta do MEC e foi recebido em audiência pelo ministro da Educação, Fernando Haddad.

Com diversos pontos de reivindicação, a comitiva explicitou os problemas educacionais enfrentados pelas famílias brasileiras que vivem distante das grandes cidades. “Nos últimos oito anos foram fechadas 24 mil escolas no campo. Como pauta emergencial, queremos a abertura de, pelo menos, 350 escolas”, afirmou Cristina Vargas, do Setor de Educação do MST. “Nossa pauta já está amarelada, envelhecida, porque sempre fazemos audiências, combinamos reuniões, mas nada de concreto é feito”, afirmou Márcia Ramos, também membro do setorial de educação do MST e dirigente da Campanha Nacional pelo Direito à Educação.

“PronaCampo”
Em resposta, o ministro Fernando Haddad afirmou que o Governo Federal discute a criação de um grande programa educacional para as áreas rurais. O objetivo é destinar cerca de R$ 1 bilhão para ações que congreguem desde a oferta de educação infantil até a formação de educadores especializados em educação no campo, passando por transporte escolar e construção e reestruturação de escolas de educação básica.

Educação no campo no novo PNE
Presente na audiência pública, em apoio às reivindicações da Via Campesina, o coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, entregou ao Ministro Fernando Haddad a Nota Técnia “Por que 7% do PIB para a educação é pouco?”

Em seguida, questionou o titular do MEC sobre a inexistência da aferição de custos para educação no campo na planilha com a previsão de investimentos do MEC ao PL (projeto de lei) 8035/2010, que trata do novo PNE (Plano Nacional de Educação).Veja aqui a planilha do MEC.

“Na planilha do MEC nenhuma meta que trata da educação básica prevê novos investimentos no campo, a meta de alfabetização de adultos nem possui cálculo de custos e os mais graves índices de analfabetismo estão nas zonas rurais. Se o MEC deseja criar um novo programa, por que não tomou as diretrizes desse ‘PronaCampo’ e seus custos na previsão de gastos do novo PNE?”, perguntou Cara.

Presente à audiência, a chefe da Secadi (Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão) do MEC, Claudia Pereira Dutra, afirmou que o programa de educação do campo não está pronto. Contudo, concordou que a NT da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, já debatida internamente no Ministério, aponta limitações na planilha de custos do MEC. “Na educação especial, por exemplo, não foi calculado um custo aqui pelo Ministério, mas nós já investimos o dobro da matrícula comum. Essa política foi criada por nós e isso será corrigido”.

Na opinião de Daniel Cara, a audiência serviu para comprovar que a questão da equidade “não cabe nos 7% do PIB para a educação”, patamar proposto pelo Governo Federal. “Com essa meta de investimento e esse texto proposto pelo Executivo Federal, o novo PNE não garantirá educação no campo, educação indígena, educação quilombola, nem educação especial. Também não será possível combater as desigualdades regionais, nem será possível alcançar um patamar mínimo de qualidade. O Brasil não pode perder mais uma década, o PNE precisa ter a envergadura que a questão educacional necessita.”

Fechamento das escolas no campo
O ministro da Educação foi solícito em atender a preocupação da comitiva no tocante ao fechamento de escolas no campo. “Sou totalmente contra o fechamento de escolas no campo”. Diante da iniciativa da Via Campesina “Fechar escola é crime”, Haddad afirmou: “se o poder local não ouvir a comunidade escolar, fechar a escola é sim um crime”. E complementou: “é possível analisar na LDB o que pode ser feito, seria bom ouvir a comunidade escolar antes de se fechar uma escola no campo”.

Como encaminhamento, ficou acertada a criação de um grupo de trabalho envolvendo o MEC, representantes dos gestores municipais e estaduais, dos trabalhadores em educação, da Via Campesina e do Ministério Público para estudar a situação das escolas no campo e propor medidas administrativas e legais para evitar o fechamento de unidades escolares.

Avaliação da audiência
Os membros da comitiva consideraram que o encontro com Haddad foi “normal”, “não superou as expectativas”. Para Cristina Vargas “é necessário debater e é fundamental pressionar.” Contudo, segundo ela, “só vamos avaliar os resultados mesmo amanhã, quando receberemos a resposta da Casa Civil e da área econômica do Governo Federal sobre todas as nossas reivindicações, inclusive aquelas feitas hoje”.
A Via Campesina levou como pauta de reivindicação ao MEC a proibição do fechamento de escolas no campo, uma campanha de superação do analfabetismo em forma de mutirão, abertura de 30 Ifets (Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia) rurais, financiamento para licenciaturas em educação do campo, entre outras.
Os movimentos do campo manifestaram também apoio à movimentação de várias organizações e redes que exige a destinação de um montante equivalente a 10% do PIB (Produto Interno Bruto) para a educação pública.
O governo federal marcou uma audiência com a Via Campesina para o dia seguinte, sexta-feira, 26/8, às 11h, no Palácio do Planalto, para dar uma resposta à pauta apresentada nas mobilizações desta semana.
Aguardamos os desdobramentos

Fonte: MST, com informações da Campanha Nacional

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Seleção de bolsista para Monitor do Pedagogia da Terra

O Grupo de Estudos TRAMSE está selecionando bolsista para o trabalho de monitoria no Curso Pedagogia da Terra. Para saber mais, acesse http://www.4shared.com/document/8zqdf0E2/divulgao_seleo_2011.html e baixe o Edital.
"Nosso destino não está garantido. A terra não suporta o infinito de produção para atender o infinito da carência humana. O ser humano é um ser de carência, o desejo humano é infinito" (Leonardo Boff)